Veja as ocupações que mais contrataram e demitiram em 2017

As ocupações que mais abriram vagas em 2017 foram alimentador de linha de produção, faxineiro e atendente de lojas e mercados, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Ministério do Trabalho.

Já as que mais fecharam vagas foram pedreiro, supervisor administrativo e gerente administrativo.

No ano passado, as demissões superaram as contratações em 20.832 empregos. O número é a diferença entre as contratações, que somaram 14.635.899, e o de demissões no ano de 2017, que totalizaram 14.656.731.

Esse foi o terceiro ano consecutivo com perda de vagas formais. Em 2015 e 2016, respectivamente, foram fechados 1,53 milhão e 1,32 milhão de vagas.

Dos 20,8 mil postos de trabalho criados em 2017, 5.641 vagas referem-se ao trabalho intermitente – nova modalidade criada a partir da aprovação da nova legislação trabalhista.

Veja as 10 ocupações que lideraram a geração de empregos formais em 2017:

Alimentador de linha de produção: 90.279 postos
Faxineiro: 34.337 postos
Atendente de lojas e mercados: 26.949 postos
Embalador à mão: 26.642 postos
Auxiliar de escritório: 23.251 postos
Repositor de mercadorias: 21.487 postos
Trabalhador no cultivo de árvores frutíferas: 20.693 postos
Auxiliar nos serviços de alimentação: 18.772 postos
Recepcionista: 18.193 postos
Atendente de lanchonete: 16.851 postos
Veja as 10 ocupações que mais fecharam vagas em 2017:
Pedreiro: -31.818 postos
Supervisor administrativo: -26.983 postos
Gerente administrativo: -22.826 postos
Vigilante: -17.115 postos
Gerente de loja e supermercado: -12.966 postos
Gerente comercial: -12.134 postos
Mestre de obras: -10.916 postos
Cozinheiro geral: -10.857 postos
Motorista de carro de passeio: -9.878 postos
Gerente de vendas: -9.198 postos

Vagas por gênero, escolaridade e cor

Em relação ao gênero, houve saldo positivo de 21.694 empregos formais para homens, ao passo que as mulheres houve saldo negativo de 42.526 postos.

Em termos de escolaridade: o saldo de emprego foi positivo para os empregados com ensino médio completo (302.946 postos), superior completo (35.406 postos) e superior incompleto (24.201 postos).

O saldo negativo concentrou-se principalmente nos empregados com ensino fundamental incompleto (-188.877 postos), ensino fundamental completo (-139.546 postos) e ensino médio incompleto (-54.163 postos).

No quesito raça/cor: houve saldo positivo de emprego para os empregados de cor preta (30.654 postos) e parda (59.639 postos) e saldo negativo para trabalhadores de cor branca (-322.669 postos), amarela (-12.093 postos) e indígena (-2.225 postos).

Uma parte expressiva de trabalhadores optou por não se autoclassificar no quesito raça/cor, razão pela qual parte do saldo positivo não possui a identificação desse quesito (225.862), segundo o Ministério do Trabalho.

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