George Michael morreu de causas naturais, diz médico legista

Músico, que morreu aos 53 anos em dezembro, teve problemas cardíacos e hepáticos. ‘Não há necessidade de novas investigações’, segundo médico.

O cantor George Michael morreu de causas naturais, por problemas cardíacos e hepáticos, segundo Darren Salter, médico legista sênior do condado de Oxfordshire, na Inglaterra. Em um comunicado citado por agências internacionais nesta terça-feira (7), ele diz que a investigação sobre a morte do artista foi concluída e um relatório final recebido pelas autoridades.

“Como há uma causa natural confirmada – cardiomiopatia dilatada com miocardite e fígado gorduroso -, a investigação está sendo interrompida e não há necessidade de um inquérito ou quaisquer outras investigações”. diz o texto. “Não haverá mais atualizações e a família pede aos meios de comunicação e ao público que respeitem sua privacidade”.

A cardiomiopatia dilatada é uma condição em que a capacidade do coração de bombear sangue é limitada, enquanto a miocardite é a inflamação do músculo cardíaco.

O astro pop britânico, que ficou famoso nos anos 1980 como integrante do duo Wham! e, mais tarde, manteve o sucesso na carreira solo, morreu aos 53 anos no dia do Natal, em dezembro do ano passado, em sua casa em Goring-on-Thames, Oxfordshire. Uma ambulância fez um atendimento médico no local e agentes disseram que não havia circunstâncias suspeitas relacionadas à morte do cantor.

Até agora, porém, as causas não haviam sido reveladas. Uma necrópsia realizada quatro dias após a morte teve resultados inconclusivos. Ainda não houve um funeral em homenagem ao cantor.

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