Como economizar combustível: esqueça a banguela e outras dicas para o carro ‘beber’ até 40% menos

A maneira como conduzimos pode economizar até 40% de combustível. Por isso, se você tem “pé de chumbo”, melhor repensar as atitudes, ou suas chances de ter pane seca vão crescer.

Se o trânsito permitir, tire o pé de cima do acelerador quando atingir a velocidade de 40km/h e mantenha o câmbio engatado. Assim, a injeção é interrompida, o bico injetor fica fechado e seu consumo vai praticamente a zero.

Na banguela, o motor mantém a injeção de combustível, assim com na posição neutra do câmbio automático.

Ainda sobre o câmbio automático, não se deve colocar a posição neutra (N) na estrada. Há um sistema de lubrificação que não funciona na posição neutra. Portanto, se andar em altas velocidades desta forma, você danificará o câmbio.

Calibragem dos pneus também influencia no consumo.

Imagine empurrar um carro com pneu murcho. É ruim demais, exige mais esforço. O mesmo acontece com o motor do carro. Ele é mais exigido quando os pneus não estão calibrados.

Por isso, não judie do seu motor. Quando o pneu está com 5 libras a menos do que o indicado pelo fabricante, por exemplo, o carro gasta 10% mais combustível.

Mas qual a pressão correta para os pneus do carro? A indicação correta costuma estar na parte interna da tampa de combustível ou no batente da porta do motorista.

Em alguns casos, as fabricantes recomendam diferentes pressões, de acordo com o uso do veículo. Se o carro roda sempre cheio, há uma medida. Caso contrário, há outra especificação.

Economizando na estrada

Há uma regra básica. Quanto mais baixa a rotação, mais econômico o carro se torna.

Considerando uma via plana, quando o carro está a 80 km/h, em quinta marcha, ele está gastando menos do que quando roda a 120 km/h, também em quinta marcha.

Aqui vale uma dica: sempre que possível, tire o pé do acelerador.

Em estradas cheias de curvas e subidas, talvez seja melhor você administrar entre quarta e quinta marcha, para pode otimizar as retomadas nos aclives.

Outra dica é sempre observar o consumo instantâneo no computador de bordo. Ele dá uma boa noção da melhor velocidade para determinado trecho. Para quem não tem essa facilidade, é bom ficar de olho no conta-giros. Rotações acima de 3 mil rpm costumam ser mais nocivas ao consumo.

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